Em 2011, a LeYa não será mais a única presença lusitana no mercado editorial brasileiro. A Babel, dona de nove editoras e três livrarias em Portugal, acaba de anunciar que está abrindo uma editora no país com ambiciosa meta de lançar, já no primeiro ano, 100 títulos entre livros infantis, de culinária e de arte. Outra meta: vender não apenas em livrarias, mas também em bancas de jornal. Para isso, conta com a experiência do grupo Ongoing, proprietário, aqui, do Brasil Econômico, e seu parceiro neste novo negócio. A Mobbit, deste mesmo grupo mas especializada em tecnologia e em desenvolvimento de produtos multimídia, vai viabilizar a edição digital dos livros. A Babel já tem dois executivos no escritório da Avenida Nações Unidas, em São Paulo – Rui Gomes Araújo e Nuno Barros. Em dezembro, deve chegar o diretor comercial, importado também de Portugal, e até o final do ano que vem entre 15 e 20 brasileiros vão integrar a equipe. “Não queremos cometer os mesmos erros das outras editoras portuguesas que tentaram vir ao Brasil; por isso seremos uma editora brasileira operando no Brasil”, disse Rui Gomes Araújo. Mesmo assim, o capital e o conselho editorial são portugueses.
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Eu tenho interesse em uma edição mais nova de Palmerim de Inglaterra que vem em volumes de 2010 das obras de Francisco de Moraes. Tomara que vocês tragam para cá, o que baratearia o preço.
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