Folha de S. Paulo - Por Marcos Flamínio Peres
Eles não são nem ricos nem bonitos nem elegantes. Mas são pop stars a seu modo e conseguem viver do que fazem: contar a história do Brasil. Laurentino Gomes, 54, e Eduardo Bueno, 52, formam o jet set de um gênero que vem se consolidando rapidamente no país, o de livros de divulgação de história. Basta dar uma espiada na lista dos mais vendidos desta semana, com cinco obras da área. Gomes, que lidera o ranking, esgotou em duas semanas os 100 mil exemplares iniciais de seu 1822 (Nova Fronteira, 273 pp., R$ 40,40). Já Bueno está indo para a terceira edição de seu Brasil - Uma história (LeYa, 408 pp., 69,90). Com números mais modestos, mas ainda assim respeitáveis, já zerou os primeiros 20 mil exemplares e outros 20 mil já estão a caminho. Formados em jornalismo, dizem fazer sobretudo reportagem. Ambos negam simplificar a história e defendem livros mais acessíveis. "A formação de leitores começa por "Harry Potter'", diz Gomes.
Veja aqui a entrevista de Laurentino.
Conheça os últimos lançamentos dos autores:
1822
Laurentino Gomes
Editora Nova Fronteira
Que país era este que a corte de D. João deixava para trás ao retornar a Lisboa, em 1821? O livro fala do Grito do Ipiranga, das enormes dificuldades do Primeiro Reinado, da abdicação de D. Pedro, em 1831, sua volta a Portugal para enfrentar o irmão, D. Miguel, que havia usurpado o trono, e a morte em 1834.
BRASIL: UMA HISTÓRIA - CINCO SÉCULOS DE UM PAÍS EM CONSTRUÇÃO
Eduardo Bueno
Editora Leya
Um rico panorama de toda a História do Brasil, do descobrimento em 1500 ao governo Lula em 2010.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
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